Certo dia resolvi entender o
coração. Na verdade, aprendi a ouvir sua voz. Agonizante era a peregrinação de
meu viver, mas a sua vontade se fez verdade em mim como versão de vida.
Apliquei-me em buscas. Na vida. Abri-me ao amor. Entreguei-me a espera da
esperança. Esperança convertida nos conhecimentos e definições, das reais
confusões, tão habituais; em acordo mútuo com o ingênuo e altivo amor, mesmo
quando este se mostra integrado a dor. E assim, espontaneamente, morreu a dor.
Renasceram outras definições, hoje conhecidas em mim. Por mim. Unindo
diretamente um a um em minha caminhada. Tem sido uma estranha união, mas esta
vem estabelecendo a sintonia entre vida, amanhã e amor. E tem sido o suficiente
para abolir toda e qualquer definição de dor.