segunda-feira, 30 de abril de 2012

Para a minha bailarina



Estava pensando em quão importante é a dança para a vida de algumas pessoas. Em especial, para a minha irmã, Natiane Santana. 

Então, peguei meu caderninho e comecei a escrever. Pensando nela. Transcrevendo o que sempre vi na minha irmã. A mistura da dança, da alegria. Do viver.
A dança e a alegria são as mais agradáveis combinações para uma vida saudável. Quando dançamos, o nosso pensamento para. E ao dançar sem parar, “piruetando”, girando, nos tornando semelhantes a um redemoinho, conseguimos transpor os limites e, assim, as divisões desaparecem. 
Ninguém  tem ciência de onde o corpo termina e onde a existência começa. Por isso, ao dançar, automaticamente, somos diluídos à nossa essência e essa existência se é dissipada em nós mesmos.
Quando estamos realmente dançando, permitimos ali, que ela nos guie, nos possua, para enfim, nosso raciocínio chegar a uma paralisação central. Ao êxtase fundamental. A nossa dança!
O mesmo acontece com a alegria. Ao sermos possesso pelo sorriso, a sensatez deixa de ser, para nós, o primordial. E, se reconhecermos alguns momentos dessa não lucidez, esses tais vislumbres nos garantirão muito mais recompensas que no estágio inicial.

O riso pode ser uma majestosa introdução a um estado de delírio pessoal. Assim, como a dança.
No momento em que o homem se esquecer de rir, de brincar, de dançar, ele deixa de ser um individuo social; enfim, terá desabado para uma casta sub-humana.

A diversão da dança nos faz mais leves, mais aéreos, porém, é o riso que nos dá asas.

Ao dançar com alegria, é possível atingir as estrelas mais distantes do céu, descobrindo, portanto, o próprio segredo da vida.

Natiane Santana, traduzida em um pensamento meu:
"Danço porque, nesse momento, eu vivo. Bailo porque experimento cada cavidade do meu corpo em arrebatamento. Salto, porque meu olhar se alegra e a luz que ele produz, faz-se acender um mundo novo dentro de mim.
Sendo assim, dance você também!"


Jonatan Santana



sábado, 28 de abril de 2012

Mudar, transformar, reaprender. Inovar!



Inovar, para mim, é conseguir manter a corporeidade e o apego, apesar dos tempos atuais.
É ter a coragem de variar, avançar, se estender, surpreender, saborear o novo, voltando a ser criança. Se divertindo em uma simples brincadeira. Ou numa enorme pilha de papéis a serem estudados.
Porém, para se chegar ao patamar da inovação, é preciso acreditar que há um caminho (e muitas veredas, certamente desconhecidas, porém fascinantes) a seguir. E, por fim, é perceber o amor. E viver a revolução dele, com toda a força que tem. É abandonar os antigos e atávicos orgulhos, presunções e arrogâncias e dar, de forma real e sincera, as mãos às nossas tribos, como socialmente e automaticamente o fazemos nas redes e meios de comunicação sociais.
Que tal, começar isso, a partir da origem de um eu – coletivo, que surja de diversas madres? Fazendo uma junção de tudo que se conhece de si mesmo e, tornando apenas um.
E finalmente, ter essa inexplicável coragem de adotar esta mudança contínua, adicionando a todo o momento, valores novos ao nosso branding humano, a nossa marca pessoal! Sem se importar com o que virá. Sem perder de vista a coluna vertebral da ética, dos valores, da solidariedade, etc. E então, venha o novo! A todo o momento, mais novo. Maravilhando-nos cada vez mais em tudo aquilo que chegar até nós. Nas expressões artísticas, na cultura, na sociedade. E nos convertendo ao inusitado, ao irresistível. A nós!



Vídeo da semana

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Mudando, outra vez...


Vez ou outra, minha vida dá uma virada. Simplesmente se transforma. Num ímpeto.  Sem pedir licença, nem minha autorização. E, tento seguir os acontecimentos inesperados em meus curtos passos. Ora corro. Ora salto. Ora tropeço. Ora paro.
E eu gosto disso, das inesperáveis mudanças. Gosto das novas experiências. De sentir borboletas na barriga. Gosto de não saber. De poder aprender algo a mais, ou me surpreender com uma nova descoberta no algo já sabido.
Mais uma vez, minha vida mudou. Por mais que pareça ter sido de uma hora para outra, noto que ela seguiu um caminho que há tempos tento percorrer. Não sei o que virá pela frente e mal sei o que o amanhã me reserva. Mas, sei que ventos bons me dirigiram até aqui. E ventos melhores ainda me conduzirão para onde eu for. E pensando assim, sorrio.
Na mudança há uma lacuna especial para a saudade e a gratidão. Para o sorriso da lembrança e muitas memórias valiosas. Reminiscências que me impulsionam para mais alto. Para chegar  lá, aonde ainda nem tenho ideia.
O fato de mudar não quer dizer que o que anteriormente veio, foi ruim. O novo não anula o que aconteceu. A mudança instaura apenas que, um tempo finalizou, e, outro começará. E com isso, mantenho na minha enorme mala ambulante, um universo tão lindo que vivi, com pessoas tão especiais. Aí, respiro fundo e dou aquele velho ajuste para acrescentar outros contos e novas aventuras que, inevitavelmente, virão.
E assim prossigo. Ora correndo. Ora divagando. Ora saltando. Ora escorregando. Mas, sempre amando e, caminhando.

Jonatan Santana

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Sobre a delicadeza...


Já fui (e ás vezes ainda sou) do tipo grosso. Áspero. Duro. E para completar, em algumas ocasiões, arrogante. Mas, aos poucos, estou aprendendo que cortesia não tem a ver com ser melhor, mais ou menos forte, ser firme ou flexível. Tem a ver com educação. Com fineza.

Ser delicado é aprender a olhar para si antes de mirar o outro. É respirar fundo antes de contestar uma crítica e contar até mil ao pensar em apontar. Aliás, é principalmente saber ouvir. É aperfeiçoar os ouvidos, o olhar e principalmente a língua (ou no mundo virtual, os dedos). Ser delicado é também, se pôr no lugar do outro, ao invés de insistir para que ele se coloque no seu. Não quer dizer que tenha que concordar sempre, mas é saber até mesmo como discordar. É compreender (e, tentar exercer) a importância do respeito.

Não tem a ver com altura ou com caráter. Delicadeza está no olhar atento, no ouvido aberto, no sorriso disponível, na maneira sensível. Está naquele “Tchan” especial que seduz a atenção de alguém e que, às vezes, sem saber ao certo o motivo. É o algo a mais que faz uma diferença surpreendente em tudo que fazemos. Delicadeza é o que todo mundo espera, mas que muitas vezes, não sabemos como demonstrar.

Parafraseando Marylin Monroe, “os belos que me desculpem, mas delicadeza sim é fundamental”. E eu ainda estou vivendo e tentando aprender essa linda virtude.


Jonatan Santana

Ps. Foto feita por minhas amigas Larissa Baracho e Catarina Soares e roubada com orgulho! rs

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Sou jovem, sou santo!


Não há nada mais difícil para nós, jovens cristãos, do que viver em santidade. As tentações aparecem de todos os lados e com todas as formas. O mundo nos oferece verdadeiros banquetes, diariamente, e nós, nos vemos desesperados em meio a essa turbulência toda chamada sociedade.
Mas, o que fazer para driblar todas as situações?
Como nos livrar disso tudo?
As Escrituras Sagradas nos remete a vários motivos para exercermos a tão sonhada e complicada (digamos assim) vida reta, porém, uma passagem me prende de uma forma ímpar!
“Sedes santos porque Eu, O Senhor, sou santo.”' I Pedro 1:16.
Não há o que debater mediante essa palavra. Temos o maior exemplo de santidade a ser seguido. Jesus, veio ao mundo, sofreu perseguições e tentações, mas, todavia, não pecou. Manteve-se limpo, puro, livre de toda a acusação do inimigo. Foi santo. É santo! E, devemos ser como Ele é.
Ele levou sobre si os nossos pecados, nossos erros e nos instruiu a sermos santos. Então, nada mais justo que recompensarmos o mais lindo ato de amor, tornando-nos semelhantes a Ele. 
O Santo não é aquele que não peca, mas é aquele que reconhece sua falha, mas verdadeiramente se arrepende.
Queremos viver tudo o que Deus tem para nós! E já estamos começando a entender e a viver o começo desse grande propósito.
Somos santos e, INCONFORMADOS COM ESTE MUNDO!

ps. foto tirada no último Acampamento de Jovens, com o tema "Inconformados com este Mundo!"

Jonatan Santana

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Confiando...


Hoje acordei meio diferente, pensativo. Digamos que, reflexivo!  
Será que é possível se realizar após uma reviravolta da vida?
Talvez  algumas dificuldades da vida fazem com que nós venhamos pensar em desistir, mas essa seria uma boa opção?
Quando tentamos prosseguir e muitos a nossa volta  seguram nosso veículo de condução de uma forma a prender a nossa realização nos vemos meio que amordaçados naquela obrigatoriedade ordenada há certos tempos. Há um determinado lugar. A nossa guerra interior. A religião.
Mas será que, mesmo com toda a dificuldade que nos surge, é possível seguir em frente?
Deus nos manda não desistir, porém isso é tão difícil, aliás, quase impossível. Nem mediante há um esforço absurdo, conseguimos. Com nossas próprias forças seria impossível.
Às vezes, reclamamos e falamos em modificar as coisas, entretanto nem tentamos dar essa tão taxada volta por cima.
Temos que levar a vida assim, do jeito que ela achar melhor, como em nossa expressão nordestina, "empurrando com a barriga"? É dessa forma que muitos de nós resolvemos tudo.
Mas será que é isso que Deus quer pra nós? Passar uma vida inteira “empurrando com a barriga”?
Será? Não sei! 
Uma coisa é certa, se com Ele está difícil assim, sem ele, seria impossível.
Então, eu canto!

Mesmo quando não posso entender
Minhas lágrimas me impedem de te ver
Teus caminhos são mais altos que os meus
Teus mistérios mais profundos do que eu

Te adoro, Senhor
Calo meu coração e me prostro
Te adoro, Senhor
No dia mau quero proclamar
Confio em Teu amor que não mudará
Nem mesmo a morte pode me separar
Do Teu cuidado e proteção
Mesmo quando não te vejo
Sei que a Tua mão me sustenta

Não temerei más notícias
Mesmo no vale da sombra da morte
Comigo Tu estás (Meu socorro bem presente na angústia)


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Enfim...

 Não sei dizer se a vida nos cansa ou se nós é que nos sentimos fadigados às vezes da existência. Nós repetimos sempre. Ou quase. E nos lamentamos desse dia-a-dia onde nos levantamos, trabalhamos, regressamos e descansamos para no dia seguinte recomeçarmos.

Mas é essa a vida e muitos não aceitariam mudança nenhuma se a oportunidade lhes fosse ofertada. Ter que recomeçar alguma coisa abala muita gente, pois mesmo a vida corriqueira e imutável causa segurança. Conhece-se os caminhos, os atalhos, os desvios, as curvas a serem evitadas.
A consciência de ter que recomeçar é que nos faz sofrer, duvidar, temer. Medimos nossa capacidade e com bastante frequência. Nossa incapacidade! Se não medirmos nada, avançaremos como as crianças avançam nos primeiros passos, titubeantes, mas orgulhosos.
A mente humana é um poderoso instrumento. Ela condiciona, impõe, impede, impele, comanda... mas nem sempre no bom sentido. Ela sente, ressente, guarda as impressões e as marcas que a vida vai fazendo ao longo dos anos. E se pensamos em recomeçar alguma coisa, ela acende a luz vermelha em sinal de atenção. Assim é que muitos se paralisam e não fazem nada. Acomodam-se.
Porém, a vida nos impõe recomeços a cada instante e os seguimos com 
naturalidade, fazemos nossa parte. Somos condicionados e nem nos questionamos.
Pergunto-me então por que não nos condicionamos a viver coisas novas, experimentar nem que seja por uma vez ousar. Se nossa mente é quem nos comanda e que somos donos de nós, por que não pegarmos as rédeas, o comando?
A vida desabrocha por todos os cantos e precisamos vivê-la. Mas bem vivê-la. Deus nos criou para sermos felizes, não para passarmos os dias perdidos em lamentos sem tomar atitudes.
Avança!
Recomeçar é preciso quando o que temos já não nos satisfaz. E recomeçar é sempre possível quando colocamos de lado as dúvidas, pois perdedor na vida não é quem tentou e não conseguiu, mas sim aquele que abandonou a coragem e perdeu a fé.

John Santanna

O descaso com o deficiente físico sergipano é assustador!!


Deficientes físicos e mentais muitas vezes são vítimas de preconceito e discriminação. Costumam não receber o mesmo tipo de tratamento e ter a liberdade de ir e vir prejudicada pelas más condições de vias de acesso público e privado. Todavia, além da existência desse tipo de relacionamento abalado por falta de preparo público e social, também há formas de discriminação mais graves, como o crime de ódio.


O crime de ódio contra deficientes físicos ou mentais é de extrema gravidade e desumanidade.
É exatamente isso que acontece no cenário sergipano.
O desrespeito com os deficientes físicos é latente na sociedade Aracajuana, prova disso foi um fato ocorrido na manhã de hoje, na zona sul da capital.
Uma mãe com um filho cadeirante, de aproximadamente sete anos de idade, deu sinal para um ônibus da linha Augusto Franco/Bugio, nas proximidades do SESI, do conjunto Augusto Franco,  bairro Farolândia que, parou de imediato, porém, o cobrador da linha distraiu-se conversando com uma amiga na catraca, deixando a mãe e a criança aguardando a boa vontade do mesmo em acionar o elevador do veículo no “simpático sol” de Outono da capital.
Alguns passageiros se revoltaram com a atitude do funcionário que, percebendo a falha, ativou o equipamento, permitindo a entrada dos dois.
Um absurdo!
Prova viva da atual condição dos profissionais e do alto nível de irresponsabilidade e falta de senso de humanismo existente em muitos membros da sociedade local.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Por que comemorar a Páscoa?


Sabemos nós que, a festividade da Páscoa é a simbologia máxima da devoção e credo à Cristo por Ele ter se doado por nós. Porém, a conotação religiosa tem alguns outros significados, que muitas vezes nos esquecemos. O delicioso chocolate é tentador e, sacia a nossa vontade carnal, porém, o foco é outro.
Acima de todas as coisas está o amor. E eu penso que é justamente esse o verdadeiro significado do período pascal.
Foi por amor que Jesus se entregou na cruz do calvário, levando consigo os nossos pecados e transgressões. Foi também por amor a nós que, Ele não se conformou com a morte, mas a venceu. Ressuscitando ao terceiro dia. E é também por amor que, um dia virá nos buscar.
Então, que tal lembrarmo-nos disso e focarmos no amor?
Se o ápice representativo desse dia é a figura de um homem que veio a Terra, ensinar o afeto e cuidado ao próximo, por que então, não tentamos ao menos durante esses dias, cumprir aquilo que nos foi instruído?
Ame!
Viva em harmonia, em dedicação, cuidado, compreensão, respeito ao outro etc. Dê presentes, cuide. Faça pelo outro aquilo que você queria que fizessem contigo.
A reciprocidade é a lei da vida. Tente mudar o mundo e as pessoas começando por você.

Feliz Páscoa!


John Santanna

quarta-feira, 4 de abril de 2012

O que é certo, afinal?


                                                                                    
O que ou quem determina o que é certo? 

Dizia Piaget que somos resultado da nossa própria vivência. Então de que adianta conselhos e horóscopos?
De repente a gente se depara com tudo que sempre achamos certo, mas dessa vez, com outros olhos. Quem disse que era certo? É errado então? Por quê? É fácil discordar dos outros, difícil é discordar de si mesmo. De certo pensamos nas reações dos outros, sen...do pessoas importantes, ou não. E o que vão dizer? Pensar?
Mas e eu? –EU (primeira pessoa do singular), que quase sempre confundimos com a segunda. Natural. Difícil é saber diferenciar. Conseguir separar e entender que cada um é cada um, e tem sua própria vida e vontade própria.
Há momentos na vida que encontramos pessoas e temos vivências. Ganhamos experiência e aprendizado. Convenhamos: nada nem ninguém é pra sempre. E que bom que é assim, por que sendo assim não há como não querer. Sempre um gostinho de 'Quero mais.'. E eu quero mais. Mais abraços, mais beijos, olhares. E decifrar o que chamamos de 'química'. Não a chata, que se ensina na escola. A que se sente, vive. Arde na pele, aperta o peito. Dói, mas alivia outras dores.
Viva, viva sua idade, viva sua vida, saiba a hora de olhar pra frente e a hora da nostalgia. Justamente por nada ser pra sempre é que se deve viver cada segundo, fazer dele especial, guardar só pra si, ou explodir, gritar pro mundo. Tanto faz. Só viva. Agora acredito que tudo muda, e muda de novo. Planeje, mas lembre-se que o amanhã é o amanhã, e que devemos contar com os imprevistos e tudo que ele trás consigo.
A caixinha de surpresas é sim importante, se ignorarmos ela vai encher com tamanha proporção que vai explodir. Logo, a culpa não será de Deus, e sim de quem viveu com a cabeça tão lá na frente, esquecendo de agora, esquecendo da Vida, e que ela pode acabar a qualquer momento.



John Santanna

Sobre o amor...


O amor é um sentimento muito complexo e ao mesmo tempo muito simples. Poderíamos falar de amor por toda a nossa vida, pois a vida deve ser baseada no mais nobre sentimento que é o amor. Quando somos crianças aprendemos a amar aos outros, inclusive as pessoas que nos tratam bem. Mas com o passar do tempo, as coisas mudam. Pensamos nas probabilidades e esquecemos da realidade. Pensamos em como seria se estivéssemos ao lado daquela ou dessa pessoa, mas nos esquecemos de que estamos ao lado de outras que necessitam de nosso carinho e afeto.
Infelizmente o pecado originou uma esfera de amor próprio que é absorvida por quase todos os seres deste planeta.
Desde Lúcifer, ainda no céu, o amor ao próprio eu vem se intensificando mais e mais, e o amor a Deus e ao próximo está desaparecendo.Porém como evitar este sentimento maldito? Como trazer de volta o verdadeiro amor que pode nos livrar do pecado do egocentrismo exagerado? 
Há dois mil anos nasceu um Homem cuja finalidade de vida era mostrar aos homens o verdadeiro sentimento que deve mover a humanidade. Um homem que era movido por seu relacionamento de amor para com Deus e para com os semelhantes. Declarou que o amor é natural e incondicional, pois amava todos os tipos de pessoas. Desde os mais ricos aos mais pobres, ladrões, prostitutas, assassinos, enfim todos. Seu exemplo de vida mostrou um amor muito grande. Seu olhar transmitia algo que nenhum olhar poderia transmitir, pois Ele sabia tudo o que se passava no coração de cada um. Ele podia transformar cada um com um simples olhar de amor. Jesus é Deus, e Deus é amor. 
Nos ensinou a orar e nos ensinou a ter compaixão de todos os que necessitam. Ensinou-nos como devemos nos portar perante pessoas que não tem cultura e ao mesmo tempo perante pessoas cultas.
Sua vida era marcada pelo amor. Quando via alguém com problemas físicos ou emocionais vinha e ajudava. Não tinha vergonha de passar pelos nobres acompanhado dos pobres.
Mesmo tendo sofrido nas mãos de muitos, nos ensinou algo maravilhoso, o amor. Ele disse: “Amaras o teu próximo como a ti mesmo”. Mateus 22:39.
 Mas como poderíamos amar a quem nos fere e nos machuca? Como poderíamos amar aqueles que tiram vidas inocentes ou machucam aqueles que nós amamos?
Devemos seguir o exemplo d'Aquele que é, e sempre será o exemplo para todo o mundo, Jesus.  O que seria de nós se Cristo, em meio a chibatadas e aprisionamento que recebeu, olhasse para aqueles que o machucavam e ordenasse que devessem morrer por fazerem aquilo a Ele?
O que seria de nossa salvação se Jesus em meio a todo o sofrimento olhasse para o Céu e dissesse ao Pai que estava cansado de amar a humanidade e desistisse, pois amar aos homens não vale a pena? Estaríamos sujeitos a um eterno sofrimento de pecado.
Porém o mesmo Jesus que foi morto em uma cruz por pessoas que se diziam homens honrados deu-nos um mandamento maravilhoso. “O meu mandamento é este (disse Jesus): Amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei”. João 15:12.
Este é o amor que deveríamos ter ao encontrarmos alguém que necessita de nossa ajuda e de nosso apoio. As pessoas não são más, ou erram por que elas simplesmente querem. São assim por conseqüência do pecado. 
O pecado que afeta o verdadeiro amor que existe entre os homens para com Deus e para com o próximo. Foi por isso que Jesus continuou nos amando, pois sabia que se Ele não fizesse isto não poderíamos ter o direito à vida novamente.
Hoje nos é dado o privilégio de escolhermos o tipo de amor que estabeleceremos em nossos relacionamentos com nossos semelhantes. Poderemos escolher entre o amor que o Senhor Jesus nos ensinou ou escolhermos o amor próprio, o amor que não olha para o nosso irmão, para nosso semelhante. 
Poderemos escolher entre amar ao próximo como a nós mesmos ou amar somente a nós mesmos e as nossas coisas. O Jesus que nos amou de tal maneira que morreu na cruz por nós nos chama para seguirmos o mesmo amor com que nos amou. O mesmo Deus que nos amou a ponto de dar o Seu filho, Jesus, para remissão de nossos pecados, hoje nos chama a amarmos assim como Ele nos amou.  
Que hoje aceitemos as palavras de Cristo e também Seu amor. Que Deus nos ilumine e nos ajude a sermos como Ele.
Venha amar assim como Jesus amou.


John Santanna



Mudanças...


  1. Quem não sabe viver com caridade e abraçar a dor dos outros, tem como castigo sentir com violência intolerável a dor própria. A dor só pode suportar-se a tornando comum e compartilhando-a com os outros que sofrem. O castigo do egoísta está em só disso se aperceber sob a férula (castigo), tentando em vão aprender a caridade, por interesse. (Cesare Pavese)

    Às vezes me pego pensando no quão decepcionante e hipócrita pode ser o ser humano. Ao agir com frieza, indiferença, egoísmo, irrelevância etc. a vida e às pessoas esquecem-se que um dia precisaram, dependeram de certa forma do outro, então eu choro. Entristeço-me por ter confiado, por ter depositado votos que não adiantaram em nada.
    Enfim, o mundo é assim, jaz no maligno e quem dessa forma se comporta, vive às margens do maligno também. Só é meio contraditório pregarem uma verdade enquanto a vida não segue em nada a linha do discurso. Mas, aí é outra longa e entediante história...
    É chegada a hora de parar de olhar para o próprio umbigo e se importar mais com os outros.
    Mudança, isso sim é preciso! 


    John Santanna