terça-feira, 28 de agosto de 2012

Separações, reconciliações e outras safadezas


Todo mundo conhece um casal que vive terminando o relacionamento pelo menos uma vez por semana, e na outra semana, reatam. Eu mesmo conheço alguns exemplares assim e, confesso que, muitas vezes, me chateio, sobretudo por eu ser amigo de ambos.
Casais que vivem acabando o namoro e reatando logo depois, acredite, não é bem visto pela sociedade, por mais que, todos nós pensemos: “Ah, ninguém tem nada a ver com a minha vida!” De fato, a vida é sua e você faz dela o que quiser, mas, lembre-se, você tem amigos, familiares, colegas, companheiros da vida, e, pode ter certeza que todos eles já estão saturados de ouvir você falar: “Ah, ele (a) aprontou de novo, terminei, e dessa vez eu não volto mais mesmo!” Então, passam-se no máximo três dias e já estão lá, agarrados novamente.
Eu penso o seguinte (antes dos xingamentos, por favor, isso é algo particular): pode acontecer sim, de o namoro terminar, mas, no máximo três ou quatro vezes, se passar disso vira palhaçada, desrespeito. Pois você termina sabendo que no outro dia vai reatar, nem sua família se preocupa mais quando você chega chateada/o dizendo que está solteiro (a). Vá por mim, na grande maioria das vezes, ele olham e falam (ou pensam): “Beleza! Mais uma vez, já estamos cansados disso”.
E não pense que eu sou o carrasco dos relacionamentos oscilantes. É complicado, envolve sentimentos, tempo, confiança. Eu sei disso. Mas, analise bem, tem certas coisas que devem ser impostas ainda no começo da relação, até por que, venhamos e convenhamos, na grande parte das rupturas dos relacionamentos o motivo é o mesmo e o retorno também. Estão habituados uns com os outros e não sabem viver separados. Sendo assim, é hora de parar para pensar nas pessoas que estão ao redor de vocês e ter um pouquinho de consideração, noção e “semancol”. Quer terminar, de verdade, então termine. Se vai apenas fazer charme ou pirraça para depois voltar, é melhor deixar como está ou não me contar, porque só de escrever isso aqui já fiquei estressado.


Jonatan Santana

sábado, 25 de agosto de 2012

O que passou, passou


Às vezes, é preciso uma decepção para aprendermos que a vida não é feita apenas de alegria, e sim de tentativas. 
Decepções! Olha, minha vida esta cheia delas. Mas sabe que eu tenho a triste mania de não me prender a elas?
Ao longo da vida, percebi que as pessoas falam demais, lançam besteiras boca a fora e acabam se arrependendo de “vomitar” o que não era lixo. Brigam, ignoram, sentem saudade, choram, dizem que é de raiva e, por fim, admitem que se adoram. O ser humano é isso. Cada pessoa tem a capacidade de acalentar e ferir com a mesma eficiência. Isso é ser “humano”. 
Portanto, pra que viver se lamuriando por uma palavra que te feriu? Que te trouxe desconforto? 
O que passou, passou! Teve um fim. Comece a aprender. Tire uma lição disso. Acredite: tudo que passamos na vida serviu para melhorarmos em algo.
Viva mais. Seja mais você! Seja um pouco egoísta. Sim, o egoísmo às vezes faz bem. Se olhe no espelho e diga a si mesmo: Eu não preciso disso! Aprenda a autodoação, se entregue. A vida é curta demais para viver se limitando aos problemas, questionamento. Às dúvidas. Então, acredite em si. Confie! Você é capaz de transpor barreiras, derrubar grilhões e de, finalmente, viver.


Jonatan Santana

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Renascendo...


Pude experimentar uma alegria constante, inventando aos poucos, um novo e incógnito sentimento, acordando com força a ponto de me trazer o riso. Dor de alongados dias de agonia soberana. Dor de dias que foram dissipados em delicados confrontos. Dor esquisita e diferente. Dor total .
Então, tornei-me incapaz de realizar algumas tarefas. Pois, a tal dor,  decidia qual escolha a fazer ou caminho a seguir. Os desvios, propriamente prevalecem no temor, fazem parte do medo, pertencem a realidade. Não podia ver além das linhas do horizonte... Sendo a linha divisória da existência, a via como a limitação de minhas certezas. Limite de meu conhecimento. Passei observar em distração a chuva, suas linhas, seu peso.
Sua abundancia se alastra como o temor natural, além da própria concepção de uma simples e pura vivência. Lágrimas que reconstroem, gotas que sobejam! 
Ate que, entendi o coração, quando soube ouvir sua voz. Agonizante era a peregrinação de meu viver. Sua vontade se fez verdade em mim como versão de vida. E, continua presente nas afinidades genéricas ou simples na supremacia da atualidade.  
Apliquei-me em buscas, na verdade. Na vida. Abri-me ao amor. Me entreguei a espera da esperança. Esperança convertida nos conhecimentos e definições, das reais confusões, tão habituais em acordo mútuo com o ingênuo e altivo amor integrado a dor. Representações espontâneas e sucessivas, que parecem ser objetivos próximos no tempo real, atribuídos aos recursos e suas alternativas. 
E assim, espontaneamente, morreu a dor. Renasceram outras definições, hoje conhecidas em mim, por mim, unindo diretamente um a um em minha caminhada. Foi uma estranha união que estabeleceu a sintonia entre vida, amanhã e amor. Mas que foi o suficiente para abolir toda e qualquer definição de dor!

Jonatan Santana