segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Renascendo...


Pude experimentar uma alegria constante, inventando aos poucos, um novo e incógnito sentimento, acordando com força a ponto de me trazer o riso. Dor de alongados dias de agonia soberana. Dor de dias que foram dissipados em delicados confrontos. Dor esquisita e diferente. Dor total .
Então, tornei-me incapaz de realizar algumas tarefas. Pois, a tal dor,  decidia qual escolha a fazer ou caminho a seguir. Os desvios, propriamente prevalecem no temor, fazem parte do medo, pertencem a realidade. Não podia ver além das linhas do horizonte... Sendo a linha divisória da existência, a via como a limitação de minhas certezas. Limite de meu conhecimento. Passei observar em distração a chuva, suas linhas, seu peso.
Sua abundancia se alastra como o temor natural, além da própria concepção de uma simples e pura vivência. Lágrimas que reconstroem, gotas que sobejam! 
Ate que, entendi o coração, quando soube ouvir sua voz. Agonizante era a peregrinação de meu viver. Sua vontade se fez verdade em mim como versão de vida. E, continua presente nas afinidades genéricas ou simples na supremacia da atualidade.  
Apliquei-me em buscas, na verdade. Na vida. Abri-me ao amor. Me entreguei a espera da esperança. Esperança convertida nos conhecimentos e definições, das reais confusões, tão habituais em acordo mútuo com o ingênuo e altivo amor integrado a dor. Representações espontâneas e sucessivas, que parecem ser objetivos próximos no tempo real, atribuídos aos recursos e suas alternativas. 
E assim, espontaneamente, morreu a dor. Renasceram outras definições, hoje conhecidas em mim, por mim, unindo diretamente um a um em minha caminhada. Foi uma estranha união que estabeleceu a sintonia entre vida, amanhã e amor. Mas que foi o suficiente para abolir toda e qualquer definição de dor!

Jonatan Santana

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