Rótulos
e generalização! Essas duas coisas me deixam realmente revoltado.
As
pessoas tem o poder, demoníaco, de rotular todas as outras que fazem parte de
algum grupo social, pelo simples fato de ali ter um insano.
É
incrível como algumas coisas despertam o pior dos sentimentos em mim. Pastores,
padres, mulçumanos, candomblecistas, etc. são vítimas, diariamente, do poder
generalizado dos seres não pensantes.
Pare
e analise uma coisa: O ser humano comete crimes, porque não tem um bom caráter.
Pelo simples fato de não “ser humano” e não, por pertencer a uma determinada
religião. Não, a sua crença não o faz!
Será
que nas igrejas evangélicas e católicas, mesquitas, centros de umbanda e candomblé,
etc. não têm pessoas do bem? Com boa índole? Que servem de exemplo a todos os
outros? Sim, claro que tem!
Vez
ou outra surge no noticiário algumas cenas revoltantes, como: abuso de menor
por algum pastor ou padre, matança de dezenas por um fanático mulçumano, sacrifício
de pessoas em rituais, etc. e então, o falatório é quase uníssono: Só podia ser
pastor/padre, mulçumano, “macumbeiro”, etc.
Quanta
ignorância!
Parem
de associar o “crime” à profissão e/ou religião. O desvio de caráter está na
mente e não em sua crença.
Tenho
familiares que são líderes evangélicos, um amigo de faculdade que é padre,
conhecidos que são adeptos do candomblé (e outras religiões afrodescendentes).
Só não conheço nenhum mulçumano. E todos, eu disse TODOS! São exemplos de conduta
moral e social. Exemplos de vida para mim e tantos outros que os cercam.
Está
na hora de parar de generalizar, não é?
Afinal,
o pecado não está na religião e sim no que o cérebro do homem o induz a fazer.
Jonatan Santana
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