Não existiam horas livres para o navegante solitário; muito
menos, noites disponíveis. O tempo, para ele, sempre foi relativamente curto.
Por essa razão, nunca tivera uma relação muito séria.
Oficial.
Então, de repente, algo muito bacana começou a surgir.
O suficiente para o fazer gelar com a simples possibilidade
de um "Oi" no porto seguinte. E isso trouxe, instintivamente, o
desejo de parar. Repousar. Cessar com as navegações no além-mar.
Pelo visto - o tal marinheiro - encontrou, finalmente, o seu
ancoradouro.
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