sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O marinheiro...



Não existiam horas livres para o navegante solitário; muito menos, noites disponíveis. O tempo, para ele, sempre foi relativamente curto. Por essa razão, nunca tivera uma relação muito séria.
Oficial.
Então, de repente, algo muito bacana começou a surgir.
O suficiente para o fazer gelar com a simples possibilidade de um "Oi" no porto seguinte. E isso trouxe, instintivamente, o desejo de parar. Repousar. Cessar com as navegações no além-mar.
Pelo visto - o tal marinheiro - encontrou, finalmente, o seu ancoradouro.

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