Inovar, para mim, é
conseguir manter a corporeidade e o apego, apesar dos tempos atuais.
É ter a coragem de variar,
avançar, se estender, surpreender, saborear o novo, voltando a ser criança. Se
divertindo em uma simples brincadeira. Ou numa enorme pilha de papéis a serem
estudados.
Porém, para se chegar
ao patamar da inovação, é preciso acreditar que há um caminho (e muitas veredas,
certamente desconhecidas, porém fascinantes) a seguir. E, por fim, é
perceber o amor. E viver a revolução dele, com toda a força que tem. É abandonar
os antigos e atávicos orgulhos, presunções e arrogâncias e dar, de forma
real e sincera, as mãos às nossas tribos, como socialmente e automaticamente o
fazemos nas redes e meios de comunicação sociais.
Que tal, começar
isso, a partir da origem de um eu – coletivo, que surja de diversas madres?
Fazendo uma junção de tudo que se conhece de si mesmo e, tornando apenas um.
E finalmente, ter essa
inexplicável coragem de adotar esta mudança contínua, adicionando a todo o
momento, valores novos ao nosso branding humano, a nossa marca
pessoal! Sem se importar com o que virá. Sem perder de vista a coluna
vertebral da ética, dos valores, da solidariedade, etc. E então, venha o
novo! A todo o momento, mais novo. Maravilhando-nos cada vez mais em tudo
aquilo que chegar até nós. Nas expressões artísticas, na cultura, na
sociedade. E nos convertendo ao inusitado, ao irresistível. A nós!
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