sábado, 28 de abril de 2012

Mudar, transformar, reaprender. Inovar!



Inovar, para mim, é conseguir manter a corporeidade e o apego, apesar dos tempos atuais.
É ter a coragem de variar, avançar, se estender, surpreender, saborear o novo, voltando a ser criança. Se divertindo em uma simples brincadeira. Ou numa enorme pilha de papéis a serem estudados.
Porém, para se chegar ao patamar da inovação, é preciso acreditar que há um caminho (e muitas veredas, certamente desconhecidas, porém fascinantes) a seguir. E, por fim, é perceber o amor. E viver a revolução dele, com toda a força que tem. É abandonar os antigos e atávicos orgulhos, presunções e arrogâncias e dar, de forma real e sincera, as mãos às nossas tribos, como socialmente e automaticamente o fazemos nas redes e meios de comunicação sociais.
Que tal, começar isso, a partir da origem de um eu – coletivo, que surja de diversas madres? Fazendo uma junção de tudo que se conhece de si mesmo e, tornando apenas um.
E finalmente, ter essa inexplicável coragem de adotar esta mudança contínua, adicionando a todo o momento, valores novos ao nosso branding humano, a nossa marca pessoal! Sem se importar com o que virá. Sem perder de vista a coluna vertebral da ética, dos valores, da solidariedade, etc. E então, venha o novo! A todo o momento, mais novo. Maravilhando-nos cada vez mais em tudo aquilo que chegar até nós. Nas expressões artísticas, na cultura, na sociedade. E nos convertendo ao inusitado, ao irresistível. A nós!



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