Deficientes
físicos e mentais muitas vezes são vítimas de preconceito e
discriminação. Costumam não receber o mesmo tipo de tratamento e ter a
liberdade de ir e vir prejudicada pelas más condições de vias de acesso público
e privado. Todavia, além da existência desse tipo de relacionamento abalado por
falta de preparo público e social, também há formas de discriminação mais
graves, como o crime de ódio.
O
crime de ódio contra deficientes físicos ou mentais é de extrema gravidade e
desumanidade.
É
exatamente isso que acontece no cenário sergipano.
O
desrespeito com os deficientes físicos é latente na sociedade Aracajuana, prova
disso foi um fato ocorrido na manhã de hoje, na zona sul da capital.
Uma
mãe com um filho cadeirante, de aproximadamente sete anos de idade, deu sinal
para um ônibus da linha Augusto Franco/Bugio, nas proximidades do SESI, do
conjunto Augusto Franco, bairro Farolândia que, parou de imediato,
porém, o cobrador da linha distraiu-se conversando com uma amiga na catraca,
deixando a mãe e a criança aguardando a boa vontade do mesmo em acionar o
elevador do veículo no “simpático sol” de Outono da capital.
Alguns
passageiros se revoltaram com a atitude do funcionário que, percebendo a falha,
ativou o equipamento, permitindo a entrada dos dois.
Um
absurdo!
Prova
viva da atual condição dos profissionais e do alto nível de irresponsabilidade
e falta de senso de humanismo existente em muitos membros da sociedade local.

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